PS mente <br>e compromete desenvolvimento
Um ano após a tomada de posse do Governo PS, a «grande conclusão que se deve tirar é que José Sócrates e o PS mentiram descaradamente aos eleitores do distrito de Bragança». A acusação é da Direcção da Organização Regional de Bragança do PCP, que avalia a acção do Governo para o distrito como «altamente negativa». Para a DORB, a manter-se as «mesmas políticas de centralização cega de serviços públicos», poderá estar gravemente comprometido o futuro da região.
Lembrando que o PS foi a força mais votada em Bragança precisamente porque se «apresentou ao eleitorado do distrito contra as politicas do Governo de direita», os comunistas consideram que a «primeira prova dessa colossal mentira» foi aquando da aprovação do Orçamento de Estado para 2006. O PS apresentou um «miserável PIDDAC para o distrito» e votou contra as cerca de 80 propostas feitas pelo PCP de obras estruturantes, recorda a direcção comunista. Nesta votação, foram acompanhados pelo PSD e pelo PP.
A situação na educação é, para os comunistas, um outro sinal da «má governação do PS». Cerca de 221 escolas do distrito estão na calha para encerrar e o PCP considera esta medida como um atentado ao direito constitucional de igualdade de oportunidades de acesso à educação e ao sucesso escolar. Os comunistas de Bragança consideram também que esta medida «contribuirá decisivamente para que muitas freguesias vejam acelerada a sua já preocupante desertificação humana».
Para o PCP, a política do Governo do PS para a saúde insere-se em objectivos já assumidos por anteriores governos. Manifestando a sua oposição contra os «propósitos mais ou menos encapotados do Governo em destruir o Serviço Nacional de Saúde», a direcção regional do Partido destaca a apresentação por parte do Grupo Parlamentar do PCP de requerimentos acerca do encerramento dos serviços de cirurgia do hospital de Macedo de Cavaleiros. Os eleitos da CDU nas assembleias municipais de Bragança, Macedo de Cavaleiros e Mirandela «já apresentaram propostas e formas de luta que visam envolver as populações na defesa de serviços públicos de qualidade». O PCP defende ainda a manutenção das duas maternidades, de Bragança e Mirandela, porque não se revê nos «critérios nem nos rácios dos 1500 partos definidos pela Comissão Regional de Saúde Materna e Infantil do Norte».
Numa conferência de imprensa realizada no dia 6 de Abril, a Comissão Concelhia de Bragança exigiu a demissão do presidente do Centro Hospitalar do Nordeste (CHNE). Para o PCP, é inadmissível que este responsável tenha recusado a audiência que lhe foi solicitada pelos eleitos da Assembleia Municipal de Bragança, por proposta da CDU. Para o PCP, a atitude do presidente do CHNE releva arrogância e desprezo pelos órgãos eleitos.
Lembrando que o PS foi a força mais votada em Bragança precisamente porque se «apresentou ao eleitorado do distrito contra as politicas do Governo de direita», os comunistas consideram que a «primeira prova dessa colossal mentira» foi aquando da aprovação do Orçamento de Estado para 2006. O PS apresentou um «miserável PIDDAC para o distrito» e votou contra as cerca de 80 propostas feitas pelo PCP de obras estruturantes, recorda a direcção comunista. Nesta votação, foram acompanhados pelo PSD e pelo PP.
A situação na educação é, para os comunistas, um outro sinal da «má governação do PS». Cerca de 221 escolas do distrito estão na calha para encerrar e o PCP considera esta medida como um atentado ao direito constitucional de igualdade de oportunidades de acesso à educação e ao sucesso escolar. Os comunistas de Bragança consideram também que esta medida «contribuirá decisivamente para que muitas freguesias vejam acelerada a sua já preocupante desertificação humana».
Para o PCP, a política do Governo do PS para a saúde insere-se em objectivos já assumidos por anteriores governos. Manifestando a sua oposição contra os «propósitos mais ou menos encapotados do Governo em destruir o Serviço Nacional de Saúde», a direcção regional do Partido destaca a apresentação por parte do Grupo Parlamentar do PCP de requerimentos acerca do encerramento dos serviços de cirurgia do hospital de Macedo de Cavaleiros. Os eleitos da CDU nas assembleias municipais de Bragança, Macedo de Cavaleiros e Mirandela «já apresentaram propostas e formas de luta que visam envolver as populações na defesa de serviços públicos de qualidade». O PCP defende ainda a manutenção das duas maternidades, de Bragança e Mirandela, porque não se revê nos «critérios nem nos rácios dos 1500 partos definidos pela Comissão Regional de Saúde Materna e Infantil do Norte».
Numa conferência de imprensa realizada no dia 6 de Abril, a Comissão Concelhia de Bragança exigiu a demissão do presidente do Centro Hospitalar do Nordeste (CHNE). Para o PCP, é inadmissível que este responsável tenha recusado a audiência que lhe foi solicitada pelos eleitos da Assembleia Municipal de Bragança, por proposta da CDU. Para o PCP, a atitude do presidente do CHNE releva arrogância e desprezo pelos órgãos eleitos.